
O
euoplocéfalo (
Euoplocephalus tutus, do
latim "cabeça bem protegida") foi um
dinossauro herbívoro, semelhante ao
anquilossauro, que viveu no final do período
Cretáceo. Este
anquilossaurídeo pesava cerca de 4
toneladas (equivalente a 1
hipopótamo) e media até 6
metros de
comprimento. O corpo era protegido por uma armadura óssea dotada de calombos e espinhos (os maiores se situavam praticamente no começo de sua extensa carapaça) e tinha uma cauda que terminava num maça óssea parecida com um martelo, de função defensiva, que graças a músculos bem rígidos da cauda era balçançada a fim de acertar um ponto vulnerável de um predador, tal como uma bola de demulição. A sua cabeça possuía também uma carapaça rígida, sendo que em cada face o animal possuía um par de espinhos situados um em cima do outro (fato característico dos animais de sua família); mas uma característica que é marcante no euplocéfalo é uma blindagem adicional que o animal possuía acima dos olhos: quando o euplocéfalo fechava os olhos a tal blindagem atuava como persianas, protegendo essa parte do corpo. Porém, o ponto fraco do euplocéfalo era o ventre: ausente de qualquer blindagem, bastava um predador ser cauteloso e virar o animal de barriga para cima para vencê-lo. Por enquanto o único animal que se sabe que não possuía tal problema era o
Saichania, um anquilossaurídeo com proteção até na parte ventral.
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